Educação, Estado e ideologia no Brasil: da colônia (1549) à República (1889) / Educación, Estado e ideología en Brasil: de la colonia (1549) a la República (1889)

Resumo: O ensaio trata da relação entre o contexto social, econômico e político e a organização escolar no Brasil de 1549 a 1889. Destacamos mecanismos ideológicos que operaram no período analisado e suas relações com a construção da escolarização brasileira, buscando apontar o caminho histórico per...

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التفاصيل البيبلوغرافية
المؤلفون الرئيسيون: de Souza, Mériti, Carvalho de Carvalho, Diana
التنسيق: Online
اللغة:spa
منشور في: Universidad de Costa Rica 2019
الموضوعات:
الوصول للمادة أونلاين:https://revistas.ucr.ac.cr/index.php/aie/article/view/38626
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الملخص:Resumo: O ensaio trata da relação entre o contexto social, econômico e político e a organização escolar no Brasil de 1549 a 1889. Destacamos mecanismos ideológicos que operaram no período analisado e suas relações com a construção da escolarização brasileira, buscando apontar o caminho histórico percorrido pelas diretrizes governamentais e as transformações no cenário educacional. Nos primórdios da implantação do sistema escolar circulavam ideologias vinculadas às elites, o que não exigia interferência do Estado para sua legitimação. A partir de meados do século XIX, momento em que essas ideologias não convergiam com seus interesses, observou-se a mudança de postura do Estado, no sentido de aumentar o controle sobre a circulação de ideologias no interior das escolas.   Resumen: El ensayo trata acerca de la relación entre el contexto social, económico y político, y la organización escolar en Brasil durante los años comprendidos entre 1549 y 1889. Destacamos mecanismos ideológicos que operaron en el período analizado y sus relaciones con la construcción de la escolarización brasileira. Se busca señalar el camino histórico recorrido por las directrices gubernamentales y las transfromaciones en el escenario educacional. En los inicios de la implantación del sistema escolar circulaban ideologías vinculadas a las élites, lo que no exigía interferencia del Estado para su legitimación. A partir de mediados del siglo XIX, momento que esas ideologías no convergían con sus intereses, se observó el cambio de postura del Estado, en el sentido de aumentar el control sobre la circulación de ideologías en el interior de las escuelas.